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Mistério na Estônia: o caso do suposto Objeto M em Merivalja

Estrutura metálica subterrânea de 200 toneladas gera debates e teorias sobre monitoramento antigo.

19 de agosto de 2026· Merivalja, Tallinn, Estônia
Por Redação Paralaxe — cruzando 1 fonte
Mistério na Estônia: o caso do suposto Objeto M em Merivalja
Imagem: OVNI Hoje

Em 19 ago, 2026, relatos sobre uma estrutura metálica subterrânea em Merivalja, Tallinn, Estônia, voltaram a chamar atenção após discussões públicas e publicações. O caso teve início na década de 1960, quando Virgo Mitt cavava um poço em sua propriedade usando um martelo pneumático. A cerca de sete a oito metros de profundidade, Virgo Mitt atingiu um objeto de metal e recolheu fragmentos em um balde. Os pedaços foram entregues a um amigo geólogo e mantidos em uma prateleira de laboratório universitário.

Na época, o jornal russo Pravda noticiou que os fragmentos produziam choques elétricos e formigamentos que fizeram um engenheiro perder a consciência. Além disso, autoridades russas concluíram que havia um objeto metálico oval com cerca de 15 metros de comprimento e pesando 200 toneladas parcialmente sob a casa e estendendo-se até o jardim. A Academia de Ciências da Estônia teria testado a liga dos fragmentos e concluído ser impossível produzi-la na Terra por falta de resfriamento gravitacional. Uma nova tentativa de escavação na década de 1980 terminou quando um trabalhador foi atingido no estômago pelo objeto, deixando uma cicatriz triangular queimada. O corpo principal do objeto em forma de disco nunca foi fotografado ou perfurado.

O tema ganhou repercussão recente com a publicação do livro 'Objeto M: O Mistério Enterrado da Estônia' e a participação de Mart Sander no programa 'Reality Check'. Sobre as origens da estrutura, Mart Sander declarou: "O que mais me fascina no Objeto M é a quantidade de contradições que o cercam. Parece haver muitas evidências de que o misterioso objeto, ou estrutura… data de antes da Era do Gelo, com base nos sedimentos que o cobrem. Por outro lado, parece haver outra teoria conflitante de que o objeto foi enterrado ali em 1917."

A respeito da função da estrutura, Mart Sander acrescentou: "Gostaria de manter a mente aberta. Pessoalmente, gostaria de pensar neste objeto como uma estação de vigilância ou um dispositivo de monitoramento. Digamos que seja uma antiga câmera de vida selvagem, uma câmera para pássaros, e nós somos, claro, a vida selvagem. Observando como nossa civilização se desenvolve por um longo, longo tempo."

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